Um dia de glória, que sexta do bem...fazia tempo que não sentia uma vibe como essa. Sabe aquelas coisas boas que a gente sente e que vem do nada? Pois é, acordei assim hoje, estou com a aura branca, cristalina, cheia de coisas boas, nossa cara, que melação comigo mesmo, mas adoroooooooo.
Tô de bem com a vida e cheia de esperanças no futuro, sabe-se lá que esperanças são essas e que futuro é esse, mas o que importa são as sensações momentâneas, e essas eu chamo de felicidade.
Estar feliz consigo, que coisa difícil de acontecer e quando acontece, a gente compartilha. Ai você me pergunta: _Vai postar isso? Tem muita gente que joga uma baita energia negativa quando vê alguém feliz! Então eu te digo, foda-se os invejosos e os filhos da puta, eu tô feliz porra e essa gente não me frega niente!!!!!
Acho que dias de sol fazem milagres comigo. Energia vital fluindo do meu mais profundo inferno...que delícia, como viver é bom!
Estou o que se pode chamar de ....A Vampira!
Gente, fiquei passada, como as sextas tem andado poderosas!
Fui surpreendida nesta última sexta, logo eu que adoro criar noites românticas, fiquei passada com o que "ele" montou pra mim.
Mas vou deixar vocês por enquanto na curiosidade...mas tarde eu conto, agora tô ocupada hehehehehhehe
A Vampira
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Olhe de cima! Bem de cima... É! Lá do alto mesmo!!! Escale a montanha factual mais alta que puder e observe... Somente observe...
Seja por um dia ou noites que parecerem infinitas, e desprovidas de qualquer propósito, observe...
Após um tempo, sinta...
Sinta na pele e nos poros que: o que vinha antes do ar e circundava a visão, perfurando a audição e ofertando aspereza ao tato enquanto degustavas com um paladar amargo, era nada mais do que nada, dentro do tudo aquilo que carregavas em teus olhares!
E ria, mastigando devagar... Fazendo-se valer de teus dentes e enzimas para misturar, esmagar e transformar o que tinhas: insossa, insípida e desenxabida ceia, no que realmente era... Um hilário banquete!!!
Refestele-se como um nobre, se dando ao luxo de apropriar-se da refeição com tuas próprias mãos, descartando talheres e melindres... Mesuras e meandros...
Largue –se entre cotovelos e pernas em cima da mesa que te parecia dura e concreta, cometida da pedra mais pesada, e perceba para teu divertido espanto, o concreto se alterar na mais abstrata e macia matéria que já bulistes um dia...
Seja o que for, faça navegar dentro da corrente migratória de teus humores. Contudo, permita-se sempre o comando do leme, se negando a qualquer outro reles posto ou patente, além de capitão. Reserve para ti a melhor cabine, pois, és tua, por direito. Logo, dentro da corrente migratória de teus humores, podes desbravar os mares mais revoltos com a astúcia do mais audaz navegador, transmutando-o em brando oceano. Mas não te esqueças que, o capitão é sempre o último a abandonar o navio!!! Os ratos se vão primeiro, mulheres e crianças depois, idosos, homens e tripulação... O capitão, não! Afunda com ele , se preciso, honrando e preservando um pedaço externo do que carrega de mais precioso dentro de si...
Seja por um dia ou noites que parecerem infinitas, e desprovidas de qualquer propósito, observe...
Após um tempo, sinta...
Sinta na pele e nos poros que: o que vinha antes do ar e circundava a visão, perfurando a audição e ofertando aspereza ao tato enquanto degustavas com um paladar amargo, era nada mais do que nada, dentro do tudo aquilo que carregavas em teus olhares!
E ria, mastigando devagar... Fazendo-se valer de teus dentes e enzimas para misturar, esmagar e transformar o que tinhas: insossa, insípida e desenxabida ceia, no que realmente era... Um hilário banquete!!!
Refestele-se como um nobre, se dando ao luxo de apropriar-se da refeição com tuas próprias mãos, descartando talheres e melindres... Mesuras e meandros...
Largue –se entre cotovelos e pernas em cima da mesa que te parecia dura e concreta, cometida da pedra mais pesada, e perceba para teu divertido espanto, o concreto se alterar na mais abstrata e macia matéria que já bulistes um dia...
Seja o que for, faça navegar dentro da corrente migratória de teus humores. Contudo, permita-se sempre o comando do leme, se negando a qualquer outro reles posto ou patente, além de capitão. Reserve para ti a melhor cabine, pois, és tua, por direito. Logo, dentro da corrente migratória de teus humores, podes desbravar os mares mais revoltos com a astúcia do mais audaz navegador, transmutando-o em brando oceano. Mas não te esqueças que, o capitão é sempre o último a abandonar o navio!!! Os ratos se vão primeiro, mulheres e crianças depois, idosos, homens e tripulação... O capitão, não! Afunda com ele , se preciso, honrando e preservando um pedaço externo do que carrega de mais precioso dentro de si...
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